Ouro no boxe, Robson Conceição diz que orava e ouvia música gospel antes das lutas

 

O medalhista de ouro no boxe, Robson Conceição, 27, peso ligeiro (até 60 kg), diz que se preparou espiritualmente antes das lutas, ouvindo música gospel, embora não seja evangélico, e orando a Deus. Conta que pediu para que nem ele nem seu oponente saíssem muito machucados do combate.

O menino de Salvador, que viveu a dor da eliminação em Pequim 2008 e Londres 2012 ao perder logo na primeira luta, virou herói. É essa a história que o ex-feirante escreveu na Rio 2016. Ao derrotar o francês Sofiane Oumahi e ficar com o ouro, o bom baiano tornou-se eterno. O filho da terra onde o pugilismo pulsa como o sangue nas veias pode bradar com orgulho: é o maior atleta da história do boxe brasileiro em Olimpíadas.

Nestes Jogos, Robson Conceição pisou no Rio com mais experiência internacional e focado no ouro. Treinou forte todos os dias. Não passeou pela cidade, nem pode ficar tão perto quanto gostaria da família.

Sua mulher, Érica, assistia a todas as lutas com a filha do casal, Sophia, 2, no colo. A criança viu seu pai bater quatro adversários durante o torneio. Um deles, o temido cubano Jorge Lazaro Alvarez, 26, tricampeão mundial e primeiro do ranking, na semifinal.

"Em Pequim e Londres eu ficava feliz em ver tudo, conhecer as coisas. Agora foi diferente. Eu me desliguei, não acessei as redes sociais. Nem sair para a Vila dos Atletas para trocar os pins eu fui", disse.

Com informaçãos da Folha de S.Paulo 


POR Priscila Honda   
|   17/08/2016 15:29   

Igreja Batista Central de Brasília

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